Today is Geek Pride Day, congrats!
What kind of geek are you?
La Jeune Servante
Uma série de disposições (com ou sem) juízo dirigida a uma ação ou atividade.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
E como é difícil aprender esse amor-próprio
Posso citar exemplos:
1) acordar com a cara amassada e olhar pro espelho do banheiro escovando os dentes: Essa é uma tarefa de amor-próprio simples, pois, escovar os dente é um ritual de auto-limpeza, porque você está cuidando do seu sorriso, hálito e até da saúde; e, se olhar no espelho é um ritual de auto-conhecimento, pois você pode ficar oras olhando por cada pedacinho, logo, se olhar no espelho escovando os dentes e se sentir bem com aquela imagem amassada logo de manhã é uma tarefa de auto-aceitação porque devemos nos sentir bem com o que vemos, aceitar os defeitos logo de manhã.
2) Estar em casa sozinha em um final de semana bem no inverno com uma pilha de roupa para passar e uma música agradável ao fundo: Essa é uma tarefa de amor-próprio singela, pois, ficar sozinha em um final de semana é uma tarefa de auto-paciência, porque você tem muito tempo livre e tem que gastá-lo de alguma forma; e, querer estar sozinha em um final de semana no inverno é uma tarefa de auto-aquecimento, porque como ser humano social não gostamos de estar sozinhos, ainda mais no frio, e ainda existe a possibilidade de aquecimento por troca de calor humano, o que no inverno se torna mais interessante (^_^); e, com uma pilha de roupa para passar é uma tarefa de auto-cuidado porque você está cuidando do que é seu, deixando arrumando para você usar depois; e, com uma música agradável ao fundo é uma tarefa de auto-sintonia porque achar uma música agradável depois das condições acima citadas é entrar realmente em sintonia você e as notas musicais, bem simples.
3) Sair de um "rolo" com alguém que você gosta mas que esta pessoa sempre te deixa mal: Primeiramente, para querer estar com alguém você deve ter aprendido o amor-próprio, feito todas as tarefas e assim decorado as lições, senão, você não pode estar com alguém, afinal, se você mesmo não se ama, por que outra pessoa deveria fazê-lo? E se você não se ama ele não vai amar, acredite! Segundo, sair de um rolo é quando se deixa alguém que apenas empatava a sua vida, não progredia e as vezes até regredia, então, sair de um rolo é uma tarefa de auto-engajamento porque é bom estar acompanhado mas não em um rolo, você está engajado em algo que pode ganhar e não ficar empatado, afinal, ganhar é sempre bom; e, deixar alguém que você gostava é uma tarefa de auto-escolha porque gostar de alguém é tão mais fácil do que se gostar e por incrível que pareça você escolheu se gostar antes de gostar de outra pessoa; e o mais importante; deixar alguém que você gosta e te faz mal é uma tarefa de auto-aconselhamento porque você mediu tudo, calculou todas as variáveis, até tentou se enganar e no fim você entendeu que a sua conta estava errada; logo, sair de um "rolo" com alguém que você gosta mas que esta pessoa sempre te deixa mal é tarefa de auto-vergonha na cara porque você era um sem vergonha em estar com alguém que não gostava de você, é auto-flagelo, burrice e estupidez e pessoas que se amam não fazem isso.
4) Sair de um rolo agradável com alguém que você não gosta, um rolo confortável para ambos, mas que caiu na monotonia pelo conforto e falta de prioridades: Sair de um rolo agradável é uma tarefa de auto-preferência porque você gosta de Häagen-Dazs mas não é qualquer um, você prefere Häagen-Dazs de Macamidia e não de Morango, então você vai numa loja que não tem Häagen-Dazs de Macamidia e não vai se sentir satisfeita com o de morango, mas, vai acabar comendo ele e você vai engordar sem estar satisfeita, sendo que você poderia ir procurar uma loja que vende de Macamidia e ficar totalmente satisfeito (entendeu?); e, sair de um rolo com alguém que você não gosta é auto-economia de tempo porque estar com alguém é estar gastando tempo e tempo é tão precioso para se gastar mal, pois, além do tempo mostrar quem as pessoas são, ele também ensina a viver ou talvez sobreviver, assim, não pode ser gasto com algo limitado; e, sair de um rolo confortável é uma tarefa de auto-conjuntura porque nem tudo que é confortável satisfaz, você está medindo a combinação dos acontecimentos e quer se ligar a outra coisa; e, sair de um rolo na monotonia é tarefa de auto-oportunismo porque você quer mais e para ter mais necessita de mais variaveis, o que na hora certa você pode buscar; e, sair de um rolo sem prioridades é tarefa de auto-comprometimento, porque você decidiu ter algum objetivo na vida e não ficar na mesmisse mesma de sempre, e finalmente, sair de um rolo agradável com alguém que você não gosta, um rolo confortável para ambos, mas que caiu na monotonia pelo conforto e falta de prioridades é uma tarefa de auto-liberalismo porque você tinha muitas coisa em algo que você não tinha nada,e, você quer muitas coisas mais, afinal, você não se contenta com pouco e quer viver sua vida sempre com o melhor e não com o mediocre.
Existe mil lições a se aprender para ter amor próprio, acima citados meros exemplos, e tem muitos testes para saber se você se ama, mas atenção, atente que quando eu digo em amor próprio não falo quando estamos todas lindas no salto com a maquilagem glamurosa tapando cada poro, e sim, quando estamos sozinhas, cuja única compania é a sombra, um pouco gorda demais ou um pouco magra demais, com o cabelo armado e sem progressiva, com as unhas roídas e o pijama furado, se você se sentir bem assim, é todas essas tarefas como de auto-analise, auto-aceitação, enfim, com certeza, quem consegue ficar assim, sem pensar em estar com mais alguém, sem querer mais nada além daquele pão com nutella, está a um passo de se graduar em amor-próprio.
Existe mil lições a se aprender para ter amor próprio, acima citados meros exemplos, e tem muitos testes para saber se você se ama, mas atenção, atente que quando eu digo em amor próprio não falo quando estamos todas lindas no salto com a maquilagem glamurosa tapando cada poro, e sim, quando estamos sozinhas, cuja única compania é a sombra, um pouco gorda demais ou um pouco magra demais, com o cabelo armado e sem progressiva, com as unhas roídas e o pijama furado, se você se sentir bem assim, é todas essas tarefas como de auto-analise, auto-aceitação, enfim, com certeza, quem consegue ficar assim, sem pensar em estar com mais alguém, sem querer mais nada além daquele pão com nutella, está a um passo de se graduar em amor-próprio.
Gostaria de ter nascido com o amor-próprio, que ele aflorace naturalmente coma idade, tem tantas lições que eu sabia mas eu não fiz a tarefa direito e errei na hora da prova, por mera desatenção ou por burrice mesmo, e dá medo só de pensar que tem tanta lição para aprender. Bem, Falo como ser errante e bem errado (mesmo), o amor-próprio deve ser aprendido pelo simples fato de que ele nos salva a vida de vez em quando, ou pelo menos queira aprender um pouco sobre ele, sobre amor-próprio. Amar-te é simplesmente praticar as coisas simples com você mesma, lhe dar um agrado, lhe tratar bem, pois, quando alguém for agir ou interagir com você, você não vai saber o resultado da questão mas vai saber fazer todos os exercícios necessários para chegar no resultado, ou até, ir a loja certa comprar um Häagen-Dazs de Macamidia.
L'amour - Carla Bruni
L'amour - Carla Bruni
L'amour, hum hum, pas pour moi,
Tous ces "toujours",
C'est pas net, ça joue des tours,
Ca s'approche sans se montrer,
Comme un traître de velours,
Ca me blesse, ou me lasse, selon les jours
L'amour, hum hum, j'en veux pas
J'préfère de temps en temps
Je préfère le goût du vent
Le goût étrange et doux de la peau de mes amants,
Mais l'amour,
hum hum, pas vraiment
segunda-feira, 25 de abril de 2011
cosendo com ou sem.
With Or Whitout - Breathe Carolina (Alternative)
With or without you? Definitivamente U2 está no meu Top Five de Bandas preferidas, afinal, durante praticamente 11 anos alguma de suas música fizeram parte da minha vida como trilha de algum episódio desse drama. Não vou falar de banda alguma ou de música alguma, vou contar um pequena parte de uma história que muitos já conhecem e se você não quer ler sobre ela, sobre um romance com misto de amor e terror, pare por aqui.
Tudo começou quando eu tinha 11 anos e fui passar uma parte das minhas férias com meus avós numa cidadezinha. Eu não conhecia nenhuma daquelas crianças que brincavam na frente da casa dela, eu apenas sentei lá na calçada e fiquei olhando morrendo de vontade de participar, mas, como menina tímida jamais iria me auto-convocar para a brincadeira e sim continuar lá sentada com olhar longe imaginando um monte de coisa das quais agora eu não tenho nenhuma lembrança.
Sabe quando você está distraída e do nada o seu olhar cruza com outro olhar e tudo fica mais lento, você arrepia, suas bochechas ficam avermelhadas, seu estômago doi e vc dá um sorriso tímido de canto? Extremamente charmoso, era o que aquele olhar me parecia, depois do olhar eu avaliei o resto, o tudo, o máximo e eu perdi meu controle naquele olhar, naquele instante.
No mesmo dia eu conheci aquelas crianças, apenas as meninas na realidade, a maioria delas tinha a mesma idade que eu e nos sentamos na esquina da rua para conversar sobre moda, fofocas inúteis de pessoas que eu não conhecia, sobre filmes, musica e sobre meninos. Os meninos tinham acabado seu jogo de futebol e estavam do outro lado da esquina sentados, tomando seu Terere, falando sobre futebol, bebidas, jogos e sobre meninas; a maioria deles era mais velho que eu e me pareciam ainda mais interessantes e aquele olhar que me cruzou ainda mais irresistível.
O dia foi pacato, aquele dia de férias quando você tem 11 anos e está em uma cidade pequena em que você acabou de conhecer várias pessoas novas e não tem intimidade para falar com alguém sobre o que você acabou de pensar e de sentir. Mais a noite fui a casa de uma das meninas, iríamos fazer uma festa do pijama com um cronograma de atividade. O combinado era chegar as 18hrs para o jantar, ficar a beira de piscina conversando e jogando banco imobiliário, entrar por voltas das 21hrs para ver um filme e fofocar e quando não aguentássemos mais, dormir. Acabei demorando para chegar lá, perdi o jantar e morrendo de vergonha apertei a campainha da casa. - Trimdoom! - Eu levantei a cabeça e TUMTUMTUM! meu olhar bateu novamente com aquele olhar e sem falar nada ele gritou - CAROOOL! - e sorrindo virou as costas. Ela desceu correndo me chamou pra entrar e ver o filme, tinha umas 20 pessoas na sala, sem espaço algum pra mim e então ele levantou e pediu pra eu sentar no lugar onde ele estava, e sem dizer uma palavra eu tomei o seu lugar e ele sentou perto da porta.
O filme foi terrivelmente chato porque ninguém ficava quieto e eu não entendi nada, alias eu acho que eu nem prestei atenção, eu ficava lá com olhar longe imaginando um monte de coisa das quais eu não me recordo mais. A unica coisa boa do filme foi que eu acabei conhecendo muita gente incrível que por anos a mais fizeram parte da minha vida e que eu respeito desde aquele dia, um dia ensolarado e quase sem ventos.
Engraçado como quando você é grande e lembra de um dia aleatório da sua infância você sente uma sensação tão leve, como se tudo que esta passando na sua frente fosse um trailer de um filme de menininha e que você quer viver tudo aquilo, para mim, novamente.O resto dos dias foram assim, conversas, festinhas, e meu olhar de canto pra ele, como se eu não tivesse permissão para olhar diretamente. Tudo estavam ótimo, eu estava feliz, mas acabei descobrindo que ele tinha uma namorada e ela era uma das meninas do grupinho, me senti um pouco mal e meio que como uma traidora, mas eu não sabia até aquele dia.
Eu soube que naquele grupo todos faziam vista grossa sobre aquele romance, porque diziam que eles não se faziam bem, mas mesmo assim eu fiquei triste, afinal, eu tinha 11 anos para entender sobre isso, era bom me imaginar com alguém da maneira que eu imaginava e isso eu sempre fiz muito, mas ficou ali quietinho na minha mente.... até eu voltar para as aulas depois de 1 semana, talvez não!
Essas férias foram as mais produtivas, eu fiquei realmente muito próxima de algumas das meninas que moravam perto da minha cidade e depois das férias nós nos encontramos bastante e nos falávamos sempre por ICQ. Quase 1 ano depois numa festa do Clube eu me deparei com aquele olhar novamente, senti as mesmas coisas da primeira vez, fiquei lá estática olhando pra ele e olhando pro nada e imaginando coisas das quais eu não me recordo mais, até alguém me gritar. Era a Carolina, irmã dele e a anfitriã dos nossos encontros nas férias passadas. Era tão assustador e maravilhosos, passei muito tempo olhando pro nada e imaginando coisas das quais eu não me lembro mais e assim, de repente, se materializa na minha frente. Eles tinham acabado de se mudar pra minha cidade, foi tudo meio intenso para uma noite que eu não dava nada para acontecer, mas foi uma grande noticia, possivelmente uma intensificação de um amor platônico.
One - Johnny Cash
Nos meses seguintes, ficamos muito amigas, daquelas insuportávelmente iguais, vivíamos juntas, e como bom seres incompreendidos até começamos a pensar juntas, meio telepatia, meio sincronismo feminino, era uma sintonia ótima e o melhor para mim, além de ter alguem para poder falar sobre qualquer coisa em qualquer lugar, era que, eu poderia ver ele todas as vezes que me desse vontade, era mais que um amor secreto, era uma coisa bonita, segura e saudavel e essa coisa durou mais um bom tempo. Eu e ela eramos apaixonadas por Dawson's Creek, tinhamos posters e era sagrado aos sábados depois da aula fazer maratona da série, ele era como o Dawson Leery e com certeza eu me sentia Joey Potter.
Eu tinha 14 anos e eu não era mais aquela gordinha meio nerd, eu era aquele tipo esportivo, banco de couro, air bag e tração nas 4 rodas e ele era alto, loiro, skatista, adorava terere e tinha aquele olhar azul ou esverdeado, eu nunca sabia a cor deles mas eles me balançavam as pernas. Tão estranho sentir isso desde os 11 anos por alguém, sempre achei platonismo puro, ele nunca havia olhado pra mim e quando falava apenas perguntava algo bobo ou pedia uma informação, mas até que algo aconteceu.
Era uma festa de aniversário, do Léo, e ele ficou conversando comigo a noite inteira, eu estava com um vestido azul e de salto com os cabelos longos e ele com uma camisa branca skatista, calça com muitos bolsos de skatista, tênis de skatista e um boné de skatista (haha), ele nunca havia falado tanto comigo e nessa época eu me sentia mais auto-confiante para manter uma conversa com alguém, mas com ele eu ainda tremia, era mais uma criança corajosa de frente com o bicho papão.
Bom, ele estava interessado em mim e eu morria de amores por ele, nada mais óbvio do que tê-lo beijado e apesar de não ser a primeira vez que eu beijei alguém, com certeza, foi a primeira vez em que eu senti um coração sincronizar com o meu e tudo foi uma loucura, e porque não, uma situação constrangedora, já que, os amigos dele nos deu cobertura, então todos sabiam e as minhas amigas não imaginaram por onde eu estava, e, quando elas souberam, todas deram aqueles gritinhos femininos de extasy, o qual sempre me deixa meio constrangida.
O melhor de tudo é nós encontramos muitas outras vezes e perto do meu aniversário de 15 anos, ele me pediu em namoro, e, foram 5 anos de namoro, terminando e voltando, brigando e nos reconciliando, amando e odiando, rindo e chorando e todos os outros sentimentos e atitudes de um casal que era uma sintonia tão intensa e explosiva.
Depois de 5 anos, eu ainda era uma menina ingênua, que ficava estática naquele olhar e quando olhava pro nada ficava pensando em coisas das quais eu não quero me lembrar mais. Eu não devo contar os nossos problemas porque não tem mais importância, foram muitos, de todos os tipos e levo como lição todos eles.
Incrivelmente que aos 20 anos eu ainda era puxada por aquele olhar e quando ele voltava e ele insistia em voltar, eu voltava... e eu voltava pra ele todas as vezes.
Era intensa, uma sintonia, eu sentia a sua falta diariamente e ele sentia a minha e ambos sabíamos que por mais que o mundo gire a gente fica parado no mesmo tempo, nos mesmos dias ensolarados a beira do lago, ou no terraço do prédio comendo pizza e ouvindo musica e vendo a lua e contando as estrelas, ou até, vendo um filme e depois de 30 mim dormir porque passamos o dia inteiro com os amigos na praia jogando frescobol.
Faz 2 anos que resolvemos estar com outras pessoas, pelo menos eu e ele aposto que a mais tempo, mas nunca consigo deixar tudo aquilo de lado. Chegou a hora! Pois, quando alguém é muito constante na nossa vida e participou de cada subida de degrau, de repente, quando percebemos que estamos ali subindo sozinho, é meio que chocante. Sempre senti uma necessidade de ouvir uma palavra de incentivo, de ouvir suas glórias e como uma cega não ver seus crimes, afinal os heróis cometem crimes para salvar a humanidade, é para um bem maior, ou não, eles apenas salvam sua pele e deixa cravado suas glórias numa árvore em extinção, são tão imperfeitos quanto os anti-heróis. Andei pensando pro nada mais uma vez e pensando em coisas que eu não lembrar, das coisas que eu não quero, achei muito justo separar entre o meu bem e o meu mal.
Em uma semana eu senti que manter consigo aquilo que não te pertence é sacrificar o que poderia te pertencer, escravizar você mesmo tanto tempo e não pensar que poderia ser livre para realizar 100 grandes feitos para a minha plenitude, e ser injusto, com você mesmo.
Eu não quero mais perder tempo estática olhando pro nada e pensando em coisas que eu não posso me recordar, eu não quero mais isso, esse tempo perdida no olhar de alguém, eu não quero mais perder tempo me sentindo incompleta por não ter, eu não que mais me sentir incompleta porque eu me basto, e isso por enquanto é o suficiente.
Faz 1 semana que eu afastei tudo isso de mim, eu apaguei, eu rasguei, eu queimei, eu bloqueei e eu finalmente excluí qualquer materialidade que eu pudesse tocar ou sentir, como sempre dissemos "Love is a temple, love a higher law. One life you got to do what you should."
E hoje eu posso dizer que depois de tudo e mesmo levando em consideração as nossas coisas boas, o nossa sintonia de quando estamos juntos e lemos um a mente do outro, que lemos a nós mesmo como se fôssemos um, e por sermos um e sermos iguais, nossos desejos nos afastou, queremos sempre mais e mais e sempre vamos querer, esta é a nossa essência e não vai mudar, e não vou dizer que quando realizarmos todos os nossos desejos tudo vai ficar bem, porque provavelmente estaremos bem de outra forma, sabemos nos substituir em nós mesmo.
Hoje é um dia chuvoso e não é um dia daqueles ensolarados, de certa forma, me faz colocar os meus pés no chão e não imaginar longe, afinal,"We're one, but we're not the same. Well, we hurt each other, then we do it again." E quem sabe continuamos a viver o agora, eu continuo a viver o agora, resolvendo fechar os meus olhos para não encontrar esse olhar, trocando um punhado de lembrança por um punhado de vivencia, perdendo tempo cosendo pra dentro e não pra fora With or Without you!
domingo, 27 de março de 2011
Presumir, espalhar, julgar e jorrar veneno
Eu não sei o que pensar sobre o que as pessoas pensam sobre mim, eu posso ser um pouco maluquete, posso ser excessiva, posso ser um doce, posso ser até mesmo arrogante. Quer saber eu não ligo, não muito. Ligo um pouco, todos nós ligamos para o que as outras pessoas pensam sobre nós e não ganhamos nada com isso, principalmente aqueles comentários, falatórios, lendas ou mitos dos quais são espalhados como telefone sem fio por aí nas redondezas, já brincou? Ligo um pouco porque as vezes eu gostaria de saber se aquela pessoa que passa algumas horas na balada comigo me julga indiscriminadamente por aquilo que eu faço e que TODO MUNDO FAZ, (isso se chama hipocrisia?), ligo um pouco porque as vezes gostaria de saber se as pessoas que passaram e/ou passam meses e anos comigo me julgaram ou me julga indiscriminadamente por aquilo que eu sou, porque eu sou assim, assim da maneira que poucas pessoas conhecem e apenas aquelas que merecem saber. Eu nunca matei, nem roubei ou infringi qualquer lei em questão para ser julgada por qualquer pessoa sem autoridade, sem pressuposto ou um argumento válido.
A questão aqui não é o que as pessoas pensam de mim, mas o que todos pensam de todos.
Eu costumo dizer "deixa ela/ele", porque afinal somos os únicos culpados por aquilo que nos vai atingir, colhemos o que plantamos não? E quem é você para falar de outra pessoa quando você faz coisa igual ou pior. Você já se olhou no espelho e fez uma autocrítica sobre quem você é e o que você faz com a sua vida e ainda, de que maneira você age com as outras pessoas? Se disser que sim e você aponta o dedo para o outro, julgando com aparente maldade, adjetivos lesivos, me poupe e olhe ao seu redor, para o seu eu e aponte o dedo para você mesmo e se julgue, novamente.
Não, literalmente não existe ninguém perfeito, todos nós já fizemos MERDA, já erramos e continuamos a fazer isso todos os dias.
Para mim sabe qual a pior coisa? Julgar os erros alheios fazendo apontamentos que não são da minha conta. Todos nós fazemos isso, confesso que nem se for para mim mesma e isso eu faço. Por exemplo, sabe quando você deita na cama depois de ver algumas ações alheias e pensa "WOW", pois é! Vivo fazendo isso, mas eu não chego para fulano e falo:
" x, y e z são assim por isso e por isso e por isso, tal pessoa me disse."Oi? Quando eu fiz isso, e, hoje, eu aprendi a me consertar porque eu sou toda quebrada, me quebrei com o tempo ou o tempo me quebrou, não descobri isso ainda, só sei que estou melhor olhando para o que eu faço e deixo de fazer comigo e com os outros do que ficar jorrando veneno, presumindo e principalmente julgando o que eles fazem ou deixam de fazer de suas vidas.
Não, ninguém falou nada de mim para estar assim e também não descobri nada, ainda, e, se, alguém disse ou deixou de dizer algo sobre mim, (imagino que sim, eu sou regra e não sou exceção), aproveite com abundância e se isso mudou ou melhorou a sua vida, me agradeça depois. ;)
Eu estou apenas pensando, quem somos nós para julgar outra pessoa se não estamos com ela 24 horas por dia, se não estamos nos seus pensamentos ou sentindo os seus sentimentos, se não ouvimos ou vemos o que elas ouvem ou veem, se não as conhecemos além da balada, da diversão ou qualquer outro nome para a perdição ou se acaso as conhecemos a vida inteira, por acaso conhecemos realmente as pessoas, nuas e cruas?
O pior mesmo, é você julgar uma pessoa por outra que vale menos ainda. Engraçado que vive acontecendo. Pense por você mesmo! Aquela velha história de dois pesos e duas medidas. Sabe, essas coisas, elas servem para te elevar o ego e só isso, e o ego é descomunal.
"Ela faz isso, isso e aquilo, e eu sou um incrível porque eu tenho amigos legais, que todos acham legais e os bajulam, logo, eu também sou uma pessoa legal, afinal, eu não sigo os paradigmas da sociedade, eu sou uma pessoa diferenciada."Rá! faz-me rir.
O que eu mais gosto de fazer é ouvir os dois lados da historia, sabe aquele "x, y e z", eu converso com eles, eles me contam coisas, (não sei se é plenamente verdade porque como disse no post anterior "sermos mentirosos ou ser um mentiroso" e ainda acima eu não convivo 24 horas por dias durante uma vida inteira com ninguém, mas), e quem sou eu para não acreditar? Eu não sou uma tola que acredita 100% nas pessoas e em suas historias porque eu ouvi por aí que existe a versão “A” e a versão “B” e entre elas esta a VERDADE.
E sabe aquele que falou de x, y e z? Eu também ouvi o que ele disse e fiquei com receio, dois pesos e duas medidas, talvez quem avise amigo é, mas pergunto a mim mesma se ela sabe de todos os detalhes.
Eu ouvi as duas versões e qual delas é a verdadeira? Não sei e isso não me interessa, afinal, conjugar verbos alheios no passado não é lá muito legal, as pessoas mudam ou elas nunca mudam, talvez sim e talvez não e porque não crer em alguém hoje, sem fragmentar todas as suas etapas na vida, isso é ela quem tem que fazer e se avaliar.
Eu apenas vou analisar o que ela faz, como ela age, como ela fala, como ela se posiciona, comigo, nada de conjugar no passado. Sou eu quem importa e no agora! Se ela não tiver caráter e for falso, desleal, lacraio eu quebrei a minha cara, e se ela não o for, eu espero que não seja, tudo bem. Moral da história, aquilo que não me acrescenta em nada eu acho desnecessário!
E sabe aquele que falou de x, y e z? Eu também ouvi o que ele disse e fiquei com receio, dois pesos e duas medidas, talvez quem avise amigo é, mas pergunto a mim mesma se ela sabe de todos os detalhes.
Eu ouvi as duas versões e qual delas é a verdadeira? Não sei e isso não me interessa, afinal, conjugar verbos alheios no passado não é lá muito legal, as pessoas mudam ou elas nunca mudam, talvez sim e talvez não e porque não crer em alguém hoje, sem fragmentar todas as suas etapas na vida, isso é ela quem tem que fazer e se avaliar.
Eu apenas vou analisar o que ela faz, como ela age, como ela fala, como ela se posiciona, comigo, nada de conjugar no passado. Sou eu quem importa e no agora! Se ela não tiver caráter e for falso, desleal, lacraio eu quebrei a minha cara, e se ela não o for, eu espero que não seja, tudo bem. Moral da história, aquilo que não me acrescenta em nada eu acho desnecessário!
Quem são eles para falar de mim, de você ou dele. Eles sabem quem nós somos, melhor, eles merecem saber quem achamos ser, porque podemos ter alguma ideia de quem somos mas, no fundo só teremos a certeza quando tivermos a um passo do caixão. A vida é dura, tomamos muitos caminhos e muitos atalhos, andamos por aí e conhecemos pessoas, erramos e acertamos, caímos e rolamos e do nada nos levantamos ou morremos, pluft plaft zuuuuum!
São quase 5 am e eu tendo esses delírios absurdos em um sábado, tinha outro post quase pronto, só penso, porque tenho esse grande defeito em pensar em coisas que não me faz ficar rica ou mais inteligente, penso se eu sou aquilo que tanto critico, aquela pessoa fundamentalista que só critica o outro para os outros, que não aceitas as pessoas sem as conhecer e ter fundamentos para tais criticas. "Ele é gay, ele é negro, ele é pobre, ele fuma, ele usa drogas, ele faz xixi de pé ou faz coco ao contrário, é uma vadia, faz sexo ou leva uma vida profana" e você é o que, faz o que? Acho que posso um dia ter sido assim mas hoje não, cada um na sua!
Última coisa, tudo vale a pena se a alma não é pequena, mas se ela for pequena, viva a vida dos outros que é bem mais produtiva, ou, tente consertar o que está quebrado em você e quem sabe consertando-se, a sua alma ela valha mais a pena. Agigante-se.
By @Laservantee
segunda-feira, 21 de março de 2011
Um ser mentiroso ou sermos mentirosos
Estava aqui analisando algumas histórias que nos últimos tempos vieram a tona, não apenas com a minha pessoa, mas também, com pessoas que conheço; tais histórias vem se tornaram verdadeiras bolas de neve, pois, onde elas passam vão deixando verdadeiras crateras, vão deixando marcas, ferindo e modificam o seu meio social e também a sua visão conceitual sobre as outras pessoas, na realidade, de verdadeiras elas não tem nada, são mentiras simples modificadas pelo tempo e por outros eventos. Esse final de semana aconteceram várias coisas que me fizeram pensar: "O que é uma mentira e até que ponto somos covardes o suficiente para não assumir um comportamento verbal (o que se diz) ou um comportamento não-verbal (o que se faz). "
De acordo com essa definição eu sou muito mentirosa e quem nunca contou uma mentira para sair de alguma encrenca? @LaServantee vai exemplificar com alguns "bafos" reais.
1º) dizer, afirmar ser verdadeiro (aquilo que se sabe falso);
Para começar fiz um pequena pesquisa para tentar definir o conceito de "mentira" e a mais completa e que se enquadra é do dicionário Howaiss, definindo mentira como,

“dizer, afirmar ser verdadeiro (aquilo que se sabe falso); dar informação falsa (a alguém) a fim de induzir ao erro, não corresponder a (aquilo que se espera); falhar, faltar, errar, causar ilusão a; dissimular a verdade; enganar, iludir, não revelar; esconder, ocultar".

De acordo com essa definição eu sou muito mentirosa e quem nunca contou uma mentira para sair de alguma encrenca? @LaServantee vai exemplificar com alguns "bafos" reais.
1º) dizer, afirmar ser verdadeiro (aquilo que se sabe falso);
Uma vez eu fui em uma festa com alguns amigos e exagerei na quantidade etilica e nesta noite eu perdi a consciência, ou seja, eu não me lembro de nada do que eu fiz, apesar de que depois fui informada de todos os acontecimentos. Na manhã seguinte eu deveria acordar cedo e ir viajar, mas quando uma pessoa bebe além dos seus limites e ela não tem ninguém com saco ou disposição para acorda-lá cedo, ela não vai fazê-lo, mesmo que ela tenha um compromisso muito importante e que não deveria faltar de maneira alguma. Certo, Eu bebi demais e não consegui acordar e pensei "Estou ferrada, todos vão me julgar mal, todos vão brigar comigo porque eu falhei e estava evidente que isso iria acontecer, eu sou um lixo humano. Ô céus." Pois bem, onde está a mentira? Ela está na ideia mirabolante que tive durante o almoço. Eu levantei e fui a farmácia, enchi o carrinho com esparadrapo, gases, tipóia e tudo que entre em um kit de primeiros socorros, (quando coisas assim acontecem sempre matamos alguém próximo, geralmente um tio, mas eu não tinha como dizer que em 6 horas alguém tinha morrido e eu fui ao enterro). Quando cheguei em casa eu enfaixei minha "mão", peguei um bracelete de madeira para melhorar esteticamente, e ainda, pensei em todos os detalhes e como iria contar a todos a minha "queda" e por consequência a minha dramática lesão ou fratura, e talvez no final todos iriam ter pena de mim. (Gênial!)
E foi isso que eu fiz, fui ao compromisso bem mais tarde com aquela cara abatida, vulgo ressaca, e contei a todos a mesma história, obviamente senti aquele ar de desconfiança da grande maioria mas fui enfática na "teoria" e até, sentia dores! Afinal se alguém relaria no meu braço (atentem que antes era somente a mão) eu recuava, olhava com ódio e dor e dizia "Tudo bem, não foi nada." Por fim, a teoria era: "Eu estava voltando da festa um pouco alegre e o piso do hall do prédio estava escorregadio, o que fez o salto da minha sandália quebrar e eu caí com a mão bem na escada, acabei indo dormir e quando acordei minha mão estava insuportavelmente dolorida então acabei tento que ir ao médico.
Obs: Quando você mente para um número imenso de pessoas e metade delas não te deram muita credibilidade, (afinal, que história maluca é essa) você tem que manter até o final, logo, eu fiquei aproximadamente 2 semanas com o braço assim, em casa, no trabalho, na aula, com amigos e até na balada, e até hoje eu não sei se é tão mentira assim, afinal eu realmente senti dores no meu braço.
2º) dar informação falsa (a alguém) a fim de induzir ao erro;
Essa é clássica "jogar um verde", acontece principalmente quando você está muito insegura saindo com alguém sem estar em um relacionamento. Comigo não foi diferente, foi quando eu estava em um "Bad Romance" (e muito insegura porque a gente não tinha nada e talvez eu estava muito apegada para não ligar e por ser muito teimosa nunca confessei isso). Vamos a história, Estava eu em um bingo com dois amigos e depois iriamos a uma festa de república, lá iriamos nos juntar a mais um grupo de pessoas, mas antes eu recebi uma ligação. "Oi, o seu bad romance está aqui! e ele está com tal pessoa", ( típico o que os olhos não veem as minhas amigas me contam!), eu fiquei totalmente insana e fui a festa para ver, afinal talvez vendo eu iria finalmente desapegar, e o problema foi que eu não vi, pois, eles tinham acabado de ir embora, e, juntos. Pois é o que me restou da noite foi a vodka e no dia seguinte a mentira. Disse para o "Bad Romance" que eu tinha visto ele e a Tal juntos e que eu não queria mais nada com ele, ele pediu desculpas e disse que nao me viu e se soubesse que estava lá jamais teria feito isso (Haram, Claudia senta lá!). Enfim, depois dessa o negocio ficou feio, ficou sujo e eu ainda demorei pra fazer o que eu tinha dito, me afastar do Bad Romance.
Essa é clássica "jogar um verde", acontece principalmente quando você está muito insegura saindo com alguém sem estar em um relacionamento. Comigo não foi diferente, foi quando eu estava em um "Bad Romance" (e muito insegura porque a gente não tinha nada e talvez eu estava muito apegada para não ligar e por ser muito teimosa nunca confessei isso). Vamos a história, Estava eu em um bingo com dois amigos e depois iriamos a uma festa de república, lá iriamos nos juntar a mais um grupo de pessoas, mas antes eu recebi uma ligação. "Oi, o seu bad romance está aqui! e ele está com tal pessoa", ( típico o que os olhos não veem as minhas amigas me contam!), eu fiquei totalmente insana e fui a festa para ver, afinal talvez vendo eu iria finalmente desapegar, e o problema foi que eu não vi, pois, eles tinham acabado de ir embora, e, juntos. Pois é o que me restou da noite foi a vodka e no dia seguinte a mentira. Disse para o "Bad Romance" que eu tinha visto ele e a Tal juntos e que eu não queria mais nada com ele, ele pediu desculpas e disse que nao me viu e se soubesse que estava lá jamais teria feito isso (Haram, Claudia senta lá!). Enfim, depois dessa o negocio ficou feio, ficou sujo e eu ainda demorei pra fazer o que eu tinha dito, me afastar do Bad Romance.
3º) não corresponder a (aquilo que se espera);
Se alguém disser que sempre correspondeu ao que os outros esperavam de você, você é um grande mentiroso, e até o pior deles, que é aquele que mente para si mesmo. Diversas pessoas esperam diversas coisa de você e ninguém é tão perfeito para agradar a todos, agir de acordo com o que a sua família espera e de acordo com os seus amigos esperam é quase impossivel. Meus pais esperam que eu não saia nunca, que economize dinheiro e disposição e meus amigos esperam que eu acompanhe eles nas festas e você acha que vou suprir as expectativas de quem com meus 22 anos de idade? Talvez para agradar as duas partes devemos entrar em uma negociação, com ambos os lados, um cede aqui e outro cede ali. Mas levemos ao pé da letra, não corresponder a aquilo que se espera é ser um mentiroso também e algumas vezes na vida temos que escolher qual das partes vamos decepcionar. Por vezes, decepcionamos outras pessoas para proteger nós mesmos, ou seja, quem não corresponde fazer ou falar aquilo que o outro espera que você faça ou fale, para, simplesmente preservar outras pessoas que vão se prejudicar com esta ação, ou para preservar a nós mesmo dos outros, dos olhos dos outros, dos julgamentos alheios. Talvez essa seja a mentira que mais vale a pena para nos preservar daquilo que não nos acrescenta em nada.
4º) falhar, faltar, errar, causar ilusão a;
Esses verbos estão me deixando no desespero, eu sou tão mentirosa assim?
Já falhei com muitas pessoas, ás vezes, sem mesmo perceber e principalmente com meus pais que esperavam de mim muito e eu sempre falhava em alguma coisa, afinal nossos pais sempre esperam de nós a perfeição.
Já faltei com muitas pessoas, muitas vezes faltei com a verdade para não magoa-las, para não vê-las tristes, eu faltei com elas para, na minha concepção, afasta-las e protege-las e muitas vezes funcionaram por algum tempo, mas no final, a verdade vem a tona e elas acabaram tristes em algum momento e meu plano não funcionou.
Já errei porque errar é o verbo favorito do ser humano, ser errante, ser errado, ser divagante; onde estaria a graça da vida senão essa perfeição de ser errante, somos perfeitos nisso, mas não me venha com desculpas, como aquelas de "eu não sou perfeito, eu erro e falho", tenha caráter em assumir os seus erros, suas falhas, suas faltas e principalmente com as outras pessoas, afinal, errar com você mesmo é uma coisa porque você está apenas se prejudicando, agora errar com outras pessoas, você está prejudicando-as e isso é um erro inescusável do qual eu ainda não cometi e se o fiz eu penso que o assumi, bem como, as suas consequências. E se um dia eu prejudiquei alguém esse alguém foi apenas eu, posso ter decepcionado um ou outro, aqui ou acolá, mas dos meus erros não sugiram bolas de neves que destruíram o caminho dos outros, que fizeram outras pessoas amadurecerem através dos meus erros, convenhamos, decepção ensina a viver e mentira está sempre no meio delas.
Esses verbos estão me deixando no desespero, eu sou tão mentirosa assim?
Já falhei com muitas pessoas, ás vezes, sem mesmo perceber e principalmente com meus pais que esperavam de mim muito e eu sempre falhava em alguma coisa, afinal nossos pais sempre esperam de nós a perfeição.
Já faltei com muitas pessoas, muitas vezes faltei com a verdade para não magoa-las, para não vê-las tristes, eu faltei com elas para, na minha concepção, afasta-las e protege-las e muitas vezes funcionaram por algum tempo, mas no final, a verdade vem a tona e elas acabaram tristes em algum momento e meu plano não funcionou.
Já errei porque errar é o verbo favorito do ser humano, ser errante, ser errado, ser divagante; onde estaria a graça da vida senão essa perfeição de ser errante, somos perfeitos nisso, mas não me venha com desculpas, como aquelas de "eu não sou perfeito, eu erro e falho", tenha caráter em assumir os seus erros, suas falhas, suas faltas e principalmente com as outras pessoas, afinal, errar com você mesmo é uma coisa porque você está apenas se prejudicando, agora errar com outras pessoas, você está prejudicando-as e isso é um erro inescusável do qual eu ainda não cometi e se o fiz eu penso que o assumi, bem como, as suas consequências. E se um dia eu prejudiquei alguém esse alguém foi apenas eu, posso ter decepcionado um ou outro, aqui ou acolá, mas dos meus erros não sugiram bolas de neves que destruíram o caminho dos outros, que fizeram outras pessoas amadurecerem através dos meus erros, convenhamos, decepção ensina a viver e mentira está sempre no meio delas.
E finalmente, causar ilusão a outra pessoa é o ato mais mesquinho causado pelo ser errante, causar ilusão é dar a outra pessoa algo que ela pode contar e do nada tirar isso dela, tipo pirulito de criança. "Eu já te iludi!", pior quando alguém assume isso, é quando, alguém fala tais palavras com total dissimulação e espera ser premiado por isso. Me dá asco em lembrar porque quando eu ouvi isso fiquei sem o que dizer, afinal se dissesse que sim, eu assumiria que estava contando com alguma coisa, aquela que me foi tirada do nada, e que quem o fez não se importou em nenhum instante, e em contrapartida, se eu dissesse que não, eu iria estar sendo mais dissimulada e eu definitivamente não consigo ser tão mentirosa a ponto do meu rosto e dos meus olhos não me entregarem.
5º) não revelar, esconder, ocultar;
Até que ponto podemos proteger alguém ocultando, escondendo ou não revelando algo de nós, sobre nós ou de outros? Até que ponto pedir a outra pessoa que não conte algo de nós a terceiros comprometendo a verdade? Os segredos fazem bem, mais que mentir na cara dura? Até que ponto é bom uma pessoa não imaginar o que está acontecendo ou é melhor contar lhe uma historia qualquer, ou uma mentira qualquer?
Muitas perguntas, muitas teorias, mas no fundo poucas respostas. Afinal, para manter um segredo é preciso mentir, e quanto mais você mente mais você tem que mentir e mentir, até que ponto manter um segredo vale a pena, se, ele não vai prejudicar além do que você já o fez mentindo, agindo de todas as maneiras definidas pelo dicionário Howaiss?
Primeiro, quando você quer manter um segredo, você não conta para mais ninguém, você não o escreve em lugar nenhum, ele fica estático na sua mente te incomodando ou não, porque se o fizer ele não é um segredo. Mas quando você conta a alguém e pede que guarde segredo, com certeza, você será injusto com esta pessoa pedindo que ela se silencie, pois, se é uma responsabilidade grande demais manter um segredo quando ele é seu, imagine quando ele é de outra pessoa. E quando um segredo envolve você e uma outra pessoa? Se matem, porque um dia vocês vão brigar, vão se distanciar e alguém vai abrir a boca e com ela aberta o segredo vai aparecer juntamente com as outras mentiras que vocês falaram para manter o segredo e no final de tudo, ninguém mais vai saber qual é a verdade e se tem verdade nisso.
Olha, essa definição toda não me agrada, que pessoa em sã consciência gosta de ser apontada como mentirosa, mas sejamos livres de pré-conceitos ou pré-juízos, afinal, se você agiu de maneira positiva em todas as enumeradas acima, você é uma pessoa verdadeiramente perfeita e você vai para o céu! Porém, se você como eu já falhou em vários aspectos você pode sentar e pensar comigo, afinal você é um ser mentiroso, eu não sei se chegar a um denominador comum é fácil, afinal, o ser humano é muito complicado mas não é impossível chegar a um denominador agradável, que você se aceite e não atrapalhe a vida de mais ninguém, e tem mais uma coisa, tais conceitos mudam, como em ter um comportamento verdadeiro, a definição desta premissa muda de pessoa para pessoa e para cada uma delas muda um tanto x de vezes durante toda a sua vida.
By @LaServantee
Até que ponto podemos proteger alguém ocultando, escondendo ou não revelando algo de nós, sobre nós ou de outros? Até que ponto pedir a outra pessoa que não conte algo de nós a terceiros comprometendo a verdade? Os segredos fazem bem, mais que mentir na cara dura? Até que ponto é bom uma pessoa não imaginar o que está acontecendo ou é melhor contar lhe uma historia qualquer, ou uma mentira qualquer?
Muitas perguntas, muitas teorias, mas no fundo poucas respostas. Afinal, para manter um segredo é preciso mentir, e quanto mais você mente mais você tem que mentir e mentir, até que ponto manter um segredo vale a pena, se, ele não vai prejudicar além do que você já o fez mentindo, agindo de todas as maneiras definidas pelo dicionário Howaiss?
Primeiro, quando você quer manter um segredo, você não conta para mais ninguém, você não o escreve em lugar nenhum, ele fica estático na sua mente te incomodando ou não, porque se o fizer ele não é um segredo. Mas quando você conta a alguém e pede que guarde segredo, com certeza, você será injusto com esta pessoa pedindo que ela se silencie, pois, se é uma responsabilidade grande demais manter um segredo quando ele é seu, imagine quando ele é de outra pessoa. E quando um segredo envolve você e uma outra pessoa? Se matem, porque um dia vocês vão brigar, vão se distanciar e alguém vai abrir a boca e com ela aberta o segredo vai aparecer juntamente com as outras mentiras que vocês falaram para manter o segredo e no final de tudo, ninguém mais vai saber qual é a verdade e se tem verdade nisso.
Olha, essa definição toda não me agrada, que pessoa em sã consciência gosta de ser apontada como mentirosa, mas sejamos livres de pré-conceitos ou pré-juízos, afinal, se você agiu de maneira positiva em todas as enumeradas acima, você é uma pessoa verdadeiramente perfeita e você vai para o céu! Porém, se você como eu já falhou em vários aspectos você pode sentar e pensar comigo, afinal você é um ser mentiroso, eu não sei se chegar a um denominador comum é fácil, afinal, o ser humano é muito complicado mas não é impossível chegar a um denominador agradável, que você se aceite e não atrapalhe a vida de mais ninguém, e tem mais uma coisa, tais conceitos mudam, como em ter um comportamento verdadeiro, a definição desta premissa muda de pessoa para pessoa e para cada uma delas muda um tanto x de vezes durante toda a sua vida.
By @LaServantee
quarta-feira, 9 de março de 2011
O ano começa depois do Carnaval e as dores de cabeça também.
A maioria dos brasileiros acredita que seu ano só começa depois do Carnaval e eu digo que os problemas começam mesmo depois do Carnaval, afinal, você deixou suas promessas de final de ano para cumpri-las depois do Carnaval, você procrastinou todas as suas novas ou meticulosas ações para o pós-feriado e agora você se depara com o montante de coisas e acontecimentos que estará por vir neste ano e sem falar em ter que lidar com os problemas que você se envolveu durante os dias de purpurina.
O meu carnaval foi cercado de homens, de bebida alcoólica, de maratona de músicas que te deixa cabisbaixo, de jogar war e sinuca, de boa conversa e umas piras envolvendo algumas questões malucas relacionadas a tatuagens que se movem pelo seu corpo.
O Carnaval foi cercado de homem, porque eu sou uma mulher que gosta de estar no meio deles. Homens falam muitas besteiras desde a gordinha que eles pegaram ontem ou a puta que mancava no bordel; homens acordam de manhã passam uma agua no rosto, vão ao toillet fazer suas necessidades e chegam na sala dizendo "bati um baita cagão!" (hahahaha); eles conseguem comer qualquer besteira como macarrão ao creme de cebola e até te elogiam por aquilo; os homens se concentram e analisam as coisas mais sem importância do planeta e emergem de teorias abstratas que somente eles entendem e ainda, os homem bebem com você numa incrível parceria, e se você passa mal, é só subir as escadas arrumar uma cama (que esteja em condições de deitar) e durma até eles todos bebados te acordarem com um montinho ou aquela brincadeira do "hoje não".
O Carnaval foi cercado de homem, porque eu sou uma mulher que gosta de estar no meio deles. Homens falam muitas besteiras desde a gordinha que eles pegaram ontem ou a puta que mancava no bordel; homens acordam de manhã passam uma agua no rosto, vão ao toillet fazer suas necessidades e chegam na sala dizendo "bati um baita cagão!" (hahahaha); eles conseguem comer qualquer besteira como macarrão ao creme de cebola e até te elogiam por aquilo; os homens se concentram e analisam as coisas mais sem importância do planeta e emergem de teorias abstratas que somente eles entendem e ainda, os homem bebem com você numa incrível parceria, e se você passa mal, é só subir as escadas arrumar uma cama (que esteja em condições de deitar) e durma até eles todos bebados te acordarem com um montinho ou aquela brincadeira do "hoje não".
O Carnaval foi cercado de bebida alcoólica, porque se beber não dirige e eu não tenho CNH, posso dizer que Skol/Brahma litrão foi uma das melhores invenções atuais, mas também tinha aquela Balalaika de todos os dias universitários, uma Antartica sub-zero que o fardo estava em promoção ou até mesmo uma pinga 51 que estava na mesa. Vou deixar bem claro, EU NÃO FIQUEI BEBADA! Eu fiquei "alegre" confesso, mas fiquei muito melhor que muitos por aí, e ainda aproveitei cada dia e me lembro de tudo (coisa que poucos conseguem). Quem foi que exagerou muito pelas festas, praias e blocos de Carnaval e não se lembra dos acontecimentos que alcoontecem? Acontecimentos estes que somente os outros lembram (ainda bem que você esqueceu ou iria até sentir culpa pela gordice que fez).
E porque todo Carnaval tem que ter a mesma trilha sonora, vamos ouvir "Hurricane - Bob Dylan" ou "Balada do Louco - Mutantes". Cada pessoas faz sua trilha carnavalesca de uma forma que se sinta bem, mas maratona de musica de corno, é exagerar! convenhamos.
E porque todo Carnaval tem que ter a mesma trilha sonora, vamos ouvir "Hurricane - Bob Dylan" ou "Balada do Louco - Mutantes". Cada pessoas faz sua trilha carnavalesca de uma forma que se sinta bem, mas maratona de musica de corno, é exagerar! convenhamos.
No feriado preferido dos brasileiros o que mais tem são os joguinhos de Carnaval, principalmente aqueles com o único fim, o flerte com o sexo oposto, (ou o mesmo sexo dependendo do que você quer no momento). Acreditem que nesse Carnaval eu fiquei na sinuca encaçapando bolas e no "War" conquistando territórios, mas o que poucos sabem, é que eu brinquei de "O cisnei" na pista, sabe "Black Swan" mas eu era o cisnei branco todo lindo e puro (pelo menos em um dia de Carnaval). Depois de todos os dias de Carnaval e das suas próprias aventuras malucas, seja em Votuporanga, em Salvador ou nos morros de Minas Gerais, até as loucuras de Carnaval que fazemos em casa mesmo, podemos sim dizer que o ano começou e com ele todos os problemas que nos seguem.
Imagina se você prometeu dar um "upgrade" na sua monografia e não o fez, ou prometeu descançar e voltar com tudo, quem sabe prometeu arranjar um amor de Carnaval para esquecer seu ex-namorado, e, no final do feriado você não fez nada disso além de curtir o Carnaval e seus amigos, brindando os melhores e únicos anos de sua vida (assim como eu.)
Mas em contra partida se você encontrou um Alerquim ou uma Colombina pelo seu caminho, e você fez do seu Carnaval apenas festa, se desprendendo do seu conceito de moralidade botando a máscara carnavalesca toda pintada e bordada e ainda gritando "Sou Ryca" na balada, você, fez valer a pena porque a sua alma não é pequena e está tudo bem!, qualquer coisa depois é só tomar um vermute lá no botequim pela Columbina ou pelo Alerquim.
Ps: Quadro do espanho Juan Miró - "Carnaval de Arlequim"
By @LaServante
quarta-feira, 2 de março de 2011
E o desapego?
Primeiro post do ano e já vou dizer que o desapego trás paz e eu acredito fielmente nisso afinal eu sou a rainha do desapego ultimamente e me sinto tão leve para pensar em mim que dá muito orgulho em ver. O que eu não concordo é que nada nem ninguém é nosso porque existem pessoas que vão nos pertencer até o final da vida, sempre têm, e nós vamos pertencer a elas da mesma forma.
Não digo apenas alguns membros importantes da família, mas digo pessoas que a medida de sua significancia marcaram nossa vida, nossas história e nossas fantasias. E existe coisas que sempre estará conosco, até pode ser aquele ursinho que ganhei quando pequena e não consigo dormir bem sem ele ou aquela camisa usada, rasgada que sempre dá sorte nos jogos do nosso time.
Eu posso dizer que tenho muitas pessoas que se tornaram amigos e amigas e que nunca deixarão a minha lista de contatos, aquelas que eu vou chorar quando olho cartas e presentes antigos,aquelas que a vida e as escolhas individuais nos separaram, aquelas que moram do outro lado do Atlântico ou mais perto do Pacífico, enfim, aquelas que quando estou triste ligo a webcam e choro de saudade ( - Porque chorar de saudade não é algo que acontece quando você se desapegou ou que aquilo nunca te pertenceu, ainda mais quando isto foi reciproco.)
Me pergunto como nunca me pertenceu uma pessoa que me ensinou a amar, que me ensinou a cuidar do que é meu e me fez crescer como mulher, que me decepcionou e que também me alegrou, ou aquela que chorou pelos meus erros e me perdoou ou que errou muito e pediu perdão.
Eu não sou Budista, afinal o desapego material e espiritual é um dos mais importantes ensinamentos budistas e eu me nego a desapegar de questões que fizeram da minha alma uma alma leve, que tem muito que aprender sim, mas que aprende e ainda quer isso, mas sem deixar de olhar para o apego importante que algumas pessoas e algumas coisas trouxeram para a minha vida e que hoje faz parte dela e que me fez ser como eu sou.
Por fim, penso que você tem que se desapegar daquilo que não te faz ver a verdade (- Eu estou dando alusão a relacionamentos também), afinal quem gosta de ser enganado e iludido com as mesmas conversas, com a mesma psicologia barata e que hoje me dá tanta preguiça que particularmente prefiro deixar ir e desapegar da mesmice e quem sabe ir viver muito longe e encontrar meu o axé, nem que for um axé no carnaval da Bahia.
Não digo apenas alguns membros importantes da família, mas digo pessoas que a medida de sua significancia marcaram nossa vida, nossas história e nossas fantasias. E existe coisas que sempre estará conosco, até pode ser aquele ursinho que ganhei quando pequena e não consigo dormir bem sem ele ou aquela camisa usada, rasgada que sempre dá sorte nos jogos do nosso time.
Eu posso dizer que tenho muitas pessoas que se tornaram amigos e amigas e que nunca deixarão a minha lista de contatos, aquelas que eu vou chorar quando olho cartas e presentes antigos,
Me pergunto como nunca me pertenceu uma pessoa que me ensinou a amar, que me ensinou a cuidar do que é meu e me fez crescer como mulher, que me decepcionou e que também me alegrou, ou aquela que chorou pelos meus erros e me perdoou ou que errou muito e pediu perdão.
Isto me pertenceu e me pertence todos os dias porque isso é apego aos que importam, isso dá saudade e isso merece ficar comigo para sempre.Eu sublinhei reciproco porque você tem que se apegar a quem quer se apegar a você, tem de haver essa tal reciprocidade porque as coisas mutuas que torna, de alguma forma, tudo mais significante, interessante e verdadeiro, e, se não há essa tal reciprosidade pense bem pois é apenas um lapso temporário de insanidade, não vai ser interessante e vai ser falso, com falsas promessas, falsas palavras e falsos atos, e, se alguém gosta de algo falso talvez não conheceu algo verdadeiro, então vai acreditar que nada e nem ninguém é ou será seu.
Eu não sou Budista, afinal o desapego material e espiritual é um dos mais importantes ensinamentos budistas e eu me nego a desapegar de questões que fizeram da minha alma uma alma leve, que tem muito que aprender sim, mas que aprende e ainda quer isso, mas sem deixar de olhar para o apego importante que algumas pessoas e algumas coisas trouxeram para a minha vida e que hoje faz parte dela e que me fez ser como eu sou.
Por fim, penso que você tem que se desapegar daquilo que não te faz ver a verdade (- Eu estou dando alusão a relacionamentos também), afinal quem gosta de ser enganado e iludido com as mesmas conversas, com a mesma psicologia barata e que hoje me dá tanta preguiça que particularmente prefiro deixar ir e desapegar da mesmice e quem sabe ir viver muito longe e encontrar meu o axé, nem que for um axé no carnaval da Bahia.
(Mesmisse, By Moska)
Mesmo que você não saiba o quanto eu te amoBy @LaServante
Mesmo que tudo que eu queira pra nós seja um grande engano
Mesmo que eu me arrependa ou faça o que você quiser
Ou mesmo que seja a mesma coisa que já é...
Mesmo que nada volte a ser o que era
Mesmo que a gente descubra que quase tudo já era
Mesmo que o fogo reacenda e o sexo fique animal
Mesmo que mude pra sempre depois fique igual
Nada vale a pena
Pra quem nem quer tentar
Tudo vale a pena ...
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